quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Sites de relacionamento e animais de estimação: uma paixão atual

Nos últimos anos as redes sociais se difundiram ainda mais, o número de usuários e a popularidade dessas redes provocou a segmentação dos sites de relacionamento. Atualmente existem redes sociais para crianças, adoradores de animais, estilistas, ricos, hackers, pessoas muito inteligentes, espiões, entre outros. Mas um grupo que tem crescido como alvo, nem ao menos usa o computador, são os animais de estimação.

Sites de relacionamento para animais de estimação


Alguns sites de relacionamento são direcionados a animais de qualquer espécie, e existem ainda, aqueles destinados somente para determinados animais, como é o caso do DoggySpace e do uniteddogs, que tem como foco os cães. Algumas das redes sociais para animais de estimação, além das já citadas, são: mypetbum, Orkupet, Petkurt, Plugpet, Petnet e Petrede.

Nesses sites de relacionamento os donos criam perfis gratuitamente para seus animais. Por meio desses perfis é possível participar de encontros, comunidades, compartilhar experiências, obter ajuda, encontrar um par, descrever o animal e suas principais características, fazer novos “amigos”, postar vídeos e fotos, vender e comprar animais, pesquisar sobre raças e conhecer ainda mais aspectos específicos sobre os animais de estimação.

O veterinário Breno Silva aprova a idéia e diz: “Acho que toda troca de informação, tudo aquilo que traz conhecimento e pode gerar melhora na saúde e no bem estar do animal é muito válido. Entretanto, é preciso ter a consciência de que ter um cão em casa é muito mais do que participar de sites de relacionamento e interagir com pessoas e animais novos, ter um animal exige cuidados e muita responsabilidade”.


Sites de relacionamento para protetores de animais


Existem também sites direcionados a pessoas que se preocupam com os animais de estimação. Um desses sites é o Rede bichos, uma comunidade online para quem pretende ajudar os animais, seja divulgando informações, atuando como volutário, promovendo adoções ou de qualquer outra forma. Nela é possível participar de grupos, divulgar e ficar sabendo de eventos, publicar vídeos, adicionar fotos e conhecer outras pessoas interessadas em promover o bem-estar animal. É um ponto de encontro onde as informações sobre bichos para adoção, pedidos de ajuda para animais que sofreram maus tratos, entre outras desse tipo, podem ser centralizadas e assim, encontradas com mais facilidade.

A veterinária Silvia Parisi ressalta a importância de ler sobre o comportamento animal. “É importante ler bastante sobre o comportamento da espécie e conhecer as suas necessidades. Não se consegue educar um cão se não soubermos entender como ele “pensa” e “falar” a linguagem dele. Hoje existem muitos meios de informação sobre comportamento que nos ensinam a educar o cão. Sem conhecer como o cachorro pensa, o dono poderá tentar ensiná-lo mil vezes a mesma coisa, mas ele não aprenderá simplesmente porque não está entendendo nada do que ele está tentando transmitir.”


Redes sociais para pessoas, mas com muitas comunidades para animais de estimação


Em sites de relacionamento é comum encontrar comunidades destinadas a animais como: “Eu ODEIO quem maltrata animais”, “NÃO COMPRE ANIMAIS , ADOTE!!!”, “Sou Contra Animais em Circos!!”, “Violência com animais é crime”, “Protetores dos animais”, “EU AMO CACHORRO”, “Cachorro é tudo de bom!”, “Eu Tenho dó de Cachorro de Rua”, “Eu converso com o meu cachorro”, “Meu cachorro é da família”. Existem também, perfis de animais mesmo em redes sociais para pessoas.

Aline Souza participa de uma comunidade destinada a cães e afirma: “Participo porque é uma forma de demonstrar o quanto gosto do meu animal, além de ser uma fonte de informação e troca de experiências”.

A verdade é que nos dias de hoje as redes sociais e os animais de estimação estão muito presentes na vida das pessoas. Ser dono de um animal e participar de um site de relacionamento, muitas vezes, pode unir o útil ao agradável.


Fontes:

www.redebichos.ning.com

www.orkut.com

www.petrede.virgula.uol.com.br

www.terra.com

www.oglobo.globo.com

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dez raças que se adaptam melhor em apartamento

Nem todas as pessoas que gostam de cães moram em casas ou têm espaço livre para os animais de estimação. Confira no infográfico abaixo uma lista elaborada pela Kennel Club Brasil que mostra as dez raças de cães que se adaptam melhor em apartamentos e algumas características de cada uma delas.



Fontes: www.g1.globo.com
Anuário de cães 2008

domingo, 12 de setembro de 2010

Desenvolvimento da relação entre cães e seus donos: aprendizado mútuo e contínuo

Depois da domesticação, há milhares de anos, os cães participaram significativamente da história das civilizações humanas. Eles serviram como guarda, meio de transporte, eram caçadores e pastores, participaram de guerras e revoluções, viajaram pelo mundo nas grandes navegações, faziam a diversão do público no Coliseu de Roma, foram adorados como deuses por alguns e considerados criaturas das trevas por outros.

Mesmo realizando todas essas atividades, o cão tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, quando já estava adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis e de voltar suas capacidades de aprendizado para a domesticação.

Mesmo com a domesticação, não é preciso voltar em um passado muito distante para que se tenha prova dos trabalhos caninos. Paulo de Assis, trabalhador rural aposentado, recebeu auxilio de seus cães nos trabalhos da roça. “Há uns 30 anos atrás, quando eu trabalhava e morava na zona rural, os cachorros me ajudavam muito. Eu caçava e o Tupi e a Lira sempre me acompanhavam. Eles farejavam e achavam os bichos, já sabiam o tipo de animal que eu caçava, então eles me levavam até a caça e era só eu atirar. Na minha casa teve também o Trambique e a Furreca, esses buscavam sozinhos as criações no pasto. De acordo com o barulho que eu fazia com a boca eles sabiam se era para buscar as vacas ou os cavalos. O Trambique também aprendeu a pegar galinha para fazer no almoço, minha esposa apontava e falava qual galinha ela queria e o Trambique corria e segurava a galinha até alguém ir buscá-la. Com o tempo, quando chegavam as visitas ele já sabia que ia ter galinha no almoço e ficava só esperando alguém falar qual galinha era para ele pegar. Todos esses cães aprenderam essas coisas com o tempo, com a convivência com as pessoas e com o trabalho que a gente fazia, chegou um momento que eles não erravam nunca, sempre sabiam o que era para fazer.” Paulo de Assis atualmente mora na zona urbana de Antônio Dias e não possui cães, mas reconhece o assistência que eles deram.

Pedro Terra, 20, mora na zona urbana de Ipatinga e possui quatro cães. “Tenho três Pinchers e uma Fox Paulistinha. Sempre gostei de bicho, tenho esses quatro cães somente por estima mesmo”

Paulo de Assis diz que atualmente é raro, mas afirma que ainda existem cães que ajudam no trabalho de seus donos. “Na roça ainda é comum os cachorros ajudarem a tocar boi, além de vigiar a casa. Eu nunca vi nenhum que fizesse as coisas que os meus faziam, mas com certeza existem cães que ajudam muito os donos no trabalho, principalmente no trabalho rural.”

De fato, é antiga a relação entre as pessoas e os cães. O progresso e desenvolvimento dessa relação são iminentes. Nos dias de hoje “o melhor amigo do homem” desempenha distintas funções como de cães-guia de cegos, cães ouvintes que auxiliam deficientes auditivos, cães de guarda, cães farejadores que contribuem no trabalho policial ou simplesmente cães de estimação e companhia e com certeza a melhor retribuição para todo tipo de trabalho e toda a fidelidade canina é o amor e o carinho que seu dono deposita nele.


Fontes:

www.wikipedia.org

www.saudeanimal.com.br

www.seucachorro.com

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Cães: responsabilidades e vantagens de ser dono de um

O Senso do IBGE desse ano, mais uma vez excluiu questões sobre a população de animais de estimação no Brasil, entretanto, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN) trabalhou em uma breve pesquisa para mapear a população pet no país. O levantamento permitiu estimar que o Brasil conta com aproximadamente 25 milhões de cães e 7 milhões de gatos nas classes A, B e C atualmente.

É fato que a quantidade de cães de estimação no país é grande, mas muitas pessoas que possuem esses animais não sabem a forma correta de cuidar deles. “Os cuidados básicos de saúde que não podem faltar são: vermifugação, vacinação e alimentação adequada. O animal deve ser mantido num local limpo, pois a falta de higiene pode acarretar doenças e parasitas”. Afirma a veterinária Silvia Parisi.

No entanto, cuidar bem do animal não é somente ter os cuidados citados acima, é também dar amor, carinho e atenção. “Procuro sempre fazer o melhor para a Lana, tanto no aspecto de condições básicas de vida como no lado afetivo, e com certeza quem mais ganha sou eu. Ela é a alegria da minha casa, é minha companheira!” diz Angela, dona de uma cadela poodle de três anos. Silvia Parisi afirma ainda que “Além disso, para garantir que o animal tenha uma boa qualidade de vida, é preciso que tenha espaço, exercícios e convivência com outros da sua espécie, o que significa passear com o cão ao menos duas vezes ao dia”.

Além de todos os cuidados necessários com os animais de estimação, é indispensável ter consciência da responsabilidade e compromisso que é adquirir um animal. Ele vai exigir cuidados, dedicação, tempo e pode viver mais do que dez anos. É preciso pensar bem! Caso a pessoa não queira mais o cão, a melhor saída é procurar um novo dono que vá tratá-lo com dignidade, abandonar não é a melhor opção.

O abandono, além de ser crime perante a Constituição brasileira, é uma crueldade para com o animal que ficará sujeito ao frio, fome, doenças e até mesmo a maus tratos. Rafael possui três cães e afirma: “Ser dono, é ser pai do cachorro, ele se torna um membro da família com o qual temos a obrigação de cuidar para toda a vida. Sempre me preocupo em preservar a saúde e o bem estar dos meus cães, um poodle de seis anos, uma pinscher de sete e uma dócil American Pit Bull Terrier de cinco, cadastrada legalmente na Prefeitura Municipal de Nova Era – MG. O cão é de inteira responsabilidade de seu proprietário, é ele quem mantém a disciplina do animal, pois todo cachorro é consequência dos cuidados do dono, assim como um filho é do pai.”

Há muitas maneiras de adquirir um animal de estimação. A pessoa interessada pode comprar um da raça escolhida, ganhar de alguém que tem filhotes ou que não quer mais o animal e até mesmo adotar um cão abandonado. “Felizmente, hoje as pessoas consideram a adoção muito mais do que faziam no passado. Entendem que há vantagens em adotar cães adultos e passaram a aceitar um animal sem raça definida (vira-lata) da mesma forma que um de raça. O vira-lata deixou de ser marginalizado. A adoção pode ser realizada através de entidades protetoras, o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) da cidade e diversos sites na Internet, como o www.webanimal.com.br, pelo qual sou responsável.” Diz a veterinária. Em Ipatinga, existe o Centro de Controle de Zoonoses que abriga cães recolhidos das ruas da cidade. O interessado deve comparecer a Avenida Simon Bolívar, 713, no bairro Cidade Nobre e ser maior ou estar acompanhado de algum maior de 16 anos.

Se mesmo sabendo dos deveres que ter um cão exige você ainda desejar ter um, vá em frente! Todo o trabalho será recompensado com muito amor, carinho, brincadeira e lambidas.

Fontes:

www.sindan.org.br

www.animaisos.org

www.webanimal.com.br

www.ipatinga-mg.com.br

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